RSS

Arquivo da Categoria: Recordações

Rever

Hoje fui até a um sitio onde já trabalhei, revi amigos, revi colegas de trabalho. Senti-me em casa, senti-me bem por lá, é estranho porque sei o que a casa gasta, sei como saí de lá em termos de cansaço físico e psicológico. Fui bem acolhido. Se me deu vontade de voltar lá? Sim deu, não vou ser mentiroso, mas sei que as boas recordações que tenho sitio em questão são apenas isso, recordações, que não se vão repetir e que seria tudo diferente. É claro que a visita não estaria concluída se não me fizessem uma certa pergunta. Pelo caminho lembrei-me da ultima vez que lá fui em visita….

 
Comentários Desligados

Publicado por em Setembro 30, 2010 in eu, Recordações

 

Saudades

Esta palavra tão nossa, tão poderosa, expressa bem o que sinto. Saudades tuas, desse pequeno reguila. Tento combater as saudades, mas são cada vez mais fortes. Recordo momentos, recordo expressões tuas, no carro olho para o lado e vejo-te a dançar, mudo a música e coloco o volume bem alto, daquela música que tu não gostas, tento abafar os pensamentos, obter o isolamento. Consigo por breves estantes. Adoro-te, AMIGA.

 
Comentários Desligados

Publicado por em Janeiro 26, 2010 in Coisas da Vida, Ela, Estados de Alma, Recordações

 

November Rain

Bons velhos tempos, ai as imagens que me assaltam, as festas privadas, as festas de garagem, os velhos amigos.

E a letra? Que coisa deve ser por isso que é tão intemporal:

When I look into your eyes
I can see a love restrained
But darlin’ when I hold you
Don’t you know I feel the same
‘Cause nothin’ lasts forever
And we both know hearts can change
And it’s hard to hold a candle
In the cold November rain
We’ve been through this
Such a long long time
Just tryin’ to kill the pain
yeahh..
But lovers always come
And lovers always go
And no one’s really sure
Who’s lettin’ go today
Walking away
If we could take the time
To lay it on the line
I could rest my head
Just knowin’ that you were mine
All mine
So if you want to love me
Then darlin’ don’t refrain
Or I’ll just end up walkin’
In the cold November rain

Do you need some time
On your own
Do you need some time
All alone
Everybody needs some time
On their own
Don’t you know you need some time
All alone

I know it’s hard to keep an open heart
When even friends seem out to harm you
But if you could heal a broken heart
Wouldn’t time be out to charm you

Sometimes I need some time
On my own
Sometimes I need some time
All alone
Everybody needs some time
On their own
Don’t you know you need some time
All alone

And when your fears subside
And shadows still remain
I know that you can love me
When there’s no one left to blame
So never mind the darkness
We still can find a way
‘Cause nothin’ lasts forever
Even cold November rain

Don’t ya think that you
Need somebody
Don’t ya think that you
Need someone
Everybody needs somebody
You’re not the only one
You’re not the only one

Don’t ya think that you
Need somebody
Don’t ya think that you
Need someone
Everybody needs somebody
You’re not the only one
You’re not the only one

Don’t ya think that you
Need somebody
Don’t ya think that you
Need someone
Everybody needs somebody
You’re not the only one
You’re not the only one

Dont ya think that you
Need somebody
Dont ya think that you
Need someone
Everybody needs somebody

 
1 Comment

Publicado por em Setembro 29, 2007 in Recordações

 

Amigos, por onde andais?

Por vezes passam pessoas na nossa vida que nos vão tocando, que vão deixando algo em nós mesmo sem darmos conta disso.

Sérgio (8-9º Ano):
Muito porreiro, muito companheiro dos camaradas de turma, era impossível estar zangado com ele.

Vera (8-9º Ano):
Uma paixão do Sérgio, apesar de ela dizer que por vezes ele era chato, estava sempre lá quando ele precisava, defendia-o sempre.

Capela (8-9º Ano)
Rui Capela, sempre alto astral, de bom humor, grande companheiro da turma.

Zélia (8-9º Ano) (novo)
Queria ser Psicóloga ou Psiquiatra, era uma pessoa normal, estudava assim tipo marrona mas sem o ser.

Helena (8-9º Ano) (novo)
Muito querida, muito meiga, com a aparência de ser uma rapariga muito frágil, sentiu na pele o que era ser o patinho feio da turma, mas quem a vê agora, ui ui,  saiu um belo cisne, é a bela da história do patinho feio que vira um belo cisne. Decorava tudo, virgulas e tudo.

Margarida (10º Ano)
A minha companheira de secretária, a pessoa que a turma mais gostava, a grande companheira da turma.

Agora aqueles que já partiram:

Daniel:
Pessoa 5 estrelas, alto astral, atleta, trabalhador, amigo, companheiro, grande pessoa, sentimos a tua falta miúdo.

Gracinda:
Foi a minha madrinha de praxe, apenas posso dizer que era boa pessoa, muito querida, toda a universidade sentiu a tua falta.

Os restantes, ainda estou em contacto com eles, por isso ainda continuam a deixar a sua marca.

 
Comentários Desligados

Publicado por em Junho 30, 2007 in Recordações

 

Recordações

Tinha sardas no rosto, não era muito alta, nem muito baixa. A pele, essa era um pouco clara como já é normal nas pessoas com sardas. Apesar de ainda sermos umas crianças, já transpirava sensualidade, talvez por causa das sardas, talvez por causa do seu belo sorriso, talvez pela forma elegante como se movia. Era ela, angélica e doce, por onde passava não deixava ninguém indiferente. Não tive o prazer de a conhecer pessoalmente, mas ela era a mais bonita da escola, e a mais simpática.

 
Comentários Desligados

Publicado por em Maio 14, 2006 in Recordações, Uncategorized

 
 
Seguir

Get every new post delivered to your Inbox.